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segunda-feira, 7 de junho de 2010

Você É Mais Do Que Especial



É importante termos em nossas vidas pessoas que não só existem, mas que de uma maneira profunda e verdadeira fazem toda a diferença na nossa história. Quando percebemos, elas estão ali, participando da nossa história, partilhando cada minuto, cada instante do nosso dia a dia. Concluímos que não podemos ficar sem esta pessoa, sua falta nos entristece até mesmo, mas ao mesmo tempo nos alegra, pela a única razão de existir.

Não é uma simples pessoa, mas especial ou melhor mais do que especial para nós, sua presença nos faz sentir sentimento de dentro para fora, sentimento de que somos os únicos, e que não há outro igual a nós. Sentimo-nos que ela nos leva a ver que o verdadeiro amor ainda existe, e que vale a pena acreditar, sonhar e viver a realidade desse amor e sonho. Amor que liberta, sara, restaura, que nos impulsiona a olhar para o futuro e não para o passado, viver o presente sem medo sem assombro das lembranças do nosso passado.

Desejamos começar uma nova etapa, um novo tempo; na vida pessoal, na família, no casamento, na vida ministerial e profissional. Começar sempre será com certeza um momento para todos de incertezas momentâneas, mas que ao tempo, veremos que tudo é uma fase universal de todo começo. Imprescindível será acreditar, ousar, lutar, pois não deixaremos de ver a realidade dos sonhos materializados se não retrocedermos.

Sonhei, acreditei na realidade do meu presente, na minha promessa, sim está linda pessoa que Deus mesmo escolheu a dedo para mim, permitiu que nos encontrássemos na hora certa , no lugar certo. Ela olhou e me reconheceu, me amou, sentiu o que nenhuma outra sentiria em razão de ser ela e somente ela minha prometida, minha amada esposa, te amo pois falar de você é parar o tempo, e sentir o coração dizer o que senti, é não contentar-se com o pouco, com menos, mas é buscar com toda força você a cada amanhecer e em cada entardecer, é entrar a noite a dentro dizendo: “não posso ficar sem você”.

A você meu amor, são dedicadas essas poucas palavras de gratidão de reconhecimento por tudo que fizeste por mim. Com seu amor incondicional, grande, singelo, sincero, todo meu amor por você. Minha razão, meu bem, linda, querida amiga, companheira, esposa, fiel e verdadeira, te amo meu lindo amor da minha vida.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Hipócritas Vestidos De “Santidade”


“Faça o que eu mando, mas não faça o que eu faço”, isso ilustra muito bem nosso tema nesta postagem. O que é hipocrisia? Este termo vem do gregro, (hypokrisía), significando afetação duma virtude, dum sentimento louvável que não se tem, impostura, fingimento, simulação, falsidade e uma falsa devoção. Hipócrita é o que pratica a hipocrisia, vem do gr. hypokrités, 'ator', pelo lat. hypocrita. Quem são os hipócritas vestidos de santidade?

É dentro do âmbito familiar e conjugal que queremos dirigir e exemplificar esta hipocrisia barata que tem ocasionado sofrimento, destruição em muitas famílias. Cremos que independente do nosso credo religioso precisamos aprender a respeitar nosso cônjuge, filhos, amigos. A fé cristã ela nunca impõem coisa alguma, mas ela mostra, aconselha a melhor direção a seguir, você decidirá qual seguir e quando seguir.

Sendo assim, não posso forçar que você creia e faça, pela razão de eu crer que seja correto ou “santo” fazer isso. Hipócritas são pessoas que estão acostumado a fazer algumas atitudes ou obras por que alguém falou que ele precisa fazer, por que senão isso ou aquilo pode acontecer. Essas pessoas muitas vezes são vítimas de líderes “cegos”, opressores, autoritários, com aparente sensibilidade com o próximo. E sempre pregam salvação pelas obras, e pela sua igreja. Na concepção desses “pregadores” a sua “doutrina”, a sua “igreja” é a porta de salvação e não há outra porta e nem igreja fora a deles que pode representar ou “salvar”.

Oprimem o povo colocando uma serie de coisas para serem cumpridas em troca de salvação e bênçãos. Uma lista de “não pode”, tem que ser cumprida, tirando com isso toda a liberdade de ser, sentir, viver, a verdadeira simplicidade do verdadeiro evangelho de Jesus Cristo. O que mas nos entristece profundamente é que essa falsa mensagem, vestida de santidade tem atingido a família. Maridos que tornaram-se legalistas, insensíveis, diante do não acato de sua “fé” religiosa. Filhos que não suportam mais viver dentro de suas casas pois os pais deixaram de serem pais e passaram a serem “juizes religiosos” que condenam, desaprovam, a desobediência de seus filhos diante da “regras religiosas” impostas pelo seus genitores.

A família não precisa de “camisa de força” religiosa, mas de Jesus Cristo e o seu evangelho que coloca a família em liberdade para viver em plenitude de vida abundante. Ela não precisa de carga e nem de pesos religiosos e ideológicos, de costumes ou de qualquer vestimentas exterior para ser filho de Deus. Não a religiosidade, a hipocrisia, a falsa santidade, pois pela morte e ressurreição se Jesus Cristo somos livres e santos, e não escravos do nosso eu e nem de nossas paixões. Hoje em Cristo sou o mais livre dos cidadãos, pois nossa liberdade é plena pois temos o poder de escolher fazer o bem ou o mal. Não somos mais dominados pelo poder do mal, mas somos filhos da luz que é Jesus. Sejamos para a nossa família benção, pais que representem o amor de Deus diante de seus filhos ao ponto de causarmos um grande desejo neles de servir com alegria. Para nossas esposas, amemos como Cristo amou a sua Igreja e se entregou por ela, um amor sacrificial e incondicional.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Tempo de Acreditar


Quando o casamento acabou, confiança não existe mais, a esperança parece algo ilusório, o trabalho profissional não representa realização, objetivos hoje deixado ao acaso. Onde a fé é inexistente, inoperante, morta; obras são ruínas, memória de um tempo de grandes realizações, de satisfação, de alegrias e festas. Tempo onde a canção de triunfo deu lugar ao fúnebre, a perda, a solidão; onde a expressão da alma passou a ser um grito silencioso e de lágrimas que alimentam e refrescam os anseios do deserto interior. Quando terminará tudo isso, o que fazer?

É tempo de acreditar, tempo de levantar a cabeça, sacudir a poeira. Tempo de olhar para o mestre Jesus e aprender com sua vida. Tempo de ser curado, restaurado, tratado e dizer “Pai perdoa, porque não sabem o que fazem”. Tempo de sentir-se perdoado, tempo de perdoar seus ofensores, tempo de sorrir para o presente e pra si mesmo, tempo de mudar as vestimenta do coração. Tempo de acreditar e confiar que Ele Deus é Senhor absoluto do passado, presente e do futuro, e nos dará a força que nos levará a vencer e viver um novo tempo em nossas vidas.

Toda mudança exterior exige uma mudança interior, enquanto isso não acontecer o tempo de dor, sofrimento, desejo, sonho, continuará sem forma sem materializar em nossa vida. Acreditar é o passo para toda mudança, é ela que nos capacitará e vencer nossos temores. Estamos em tempo de mudanças em todos os segmentos da sociedade, e não é diferente nos relacionamentos, casamento, profissionalmente, esse é nosso tempo de acreditar que o milagre vai acontecer no seu casamento, na sua vida profissional, na sua família. Acreditar, esse é o tempo, essa é a hora, esse é o momento, há o novo a nossa espera, expectativas serão despertadas grandemente em nossas vidas, é tempo de confiar, acreditar pois vai acontecer esse é o tempo de se molhar na grande chuva de Deus.

Qual é a realidade da sua vida hoje? Qual é o seu tempo? Não importa qual seja sua resposta esse é o tempo de acreditar pois mesmo que a arvore esteja cortada e caída ao chão, ao cheiro das águas ela brotará e se tornará em uma arvore forte e frondosa e cheio de frutos em sua estação certa. Está é a estação certa, a estação onde acreditar que tudo é possível é mudar toda a história todo destino. Você nasceu para vencer, para ser expressão da glória de Deus. Esse é o tempo, o tempo de acreditar, acredite e vença!



quarta-feira, 26 de maio de 2010

Pais Vivos De Filhos Vivos


Não é difícil perceber que a figura paterna: o pai, pouco a pouco está se distanciando da real originalidade de sua existência. Será que este distanciamento se dá em razão dele não saber qual é o seu papel como pai na família? De que forma negligencia-se a responsabilidade paterna para com os filhos? De que maneira os filhos falariam sobre o desempenho de seus pais para com suas necessidades? Que necessidades são essas?
Existe uma falso e distorcido conceito da existência ou da função do homem como pai no seio familiar. Intitula-se o pai como genitor, provedor, protetor; mesmo que esses papeis fação parte de sua pessoa, e sejam desempenhado em totalidade não é o bastante para fazer deste homem um pai ideal. É preciso juntar estes, com o genuíno amor, demonstrado na prática, com a atenção, com o ouvir, com o abraço, com a conversar amiga, acolhedora, empática. Verbalizar sentimentos em relação aos filhos, dizer com palavras e gestos o quanto eles são especiais e amados. É falar diretivamente ao coração deles olhando em seus olhos e permitindo que eles vejam a verdade expressa em seus olhos.
Ser “pais vivos de filhos vivos”, é não ter medo de transparecer seu coração aos seus filhos, é não achar que agindo assim se mostrará, fraco, sensível. Sensibilidade não é sinônimo de fraqueza, mas de humanidade universal. Ser pai, é muitas vezes chorar, sim, é não pensar e nem dizer que “homem que é homem não chora”; mas afirmar, que chorar é a capacidade e coragem de ser homem e pai. Ser pai não é ser duro, áspero, ausente de sentimentos, mas é ser duro consigo mesmo para ser um “pai vivo de filho vivo”. Pois negar-se em ser pai é ser um pai “morto” de filhos vivos.
Muitos filhos vivos, hoje estão sendo “mortos” pela omissão do desempenho paterno de seus próprios pais, pois são homens que deixaram de ser pai para ser apenas, genitor, provedor, aquele que financia as necessidades, meus robes, minhas baladas, minhas aventuras, mas nunca dedicaram tempo de qualidade para ser amigo, companheiro de todas as horas. Nunca imaginaram que as maiores necessidades não são o material, e sim as ausências de amor, de apoio, de reafirmação do amor de pai ao filho, sentimentos que estão dentro do coração, pois são elas que adoecem a alma e podem levar a morte do eu, chegando até mesmo a morte física caso não seja tratado com seriedade, amor e muita aceitação.





segunda-feira, 17 de maio de 2010

Começar De Novo.

Ainda não compreendemos toda totalidade do quer é amar, decisão está, que nos ensina e ao mesmo tempo e nos surpreende no caminho das nossa vidas com suas multiformes manifestações. A verdade é que nunca imaginamos que um novo amor possa acontecer mas quando menos esperamos ai está, um novo amor brota em nosso íntimo e mais uma vez precisaremos decidir novamente amar com toda a nossa intensidade de corpo e alma. Quem sabe, podemos estar vivenciando este momento agora ou estamos na fase de tomar a decisão de amar outra vez.
Quando relacionamentos acabam, passamos por todas as fases universalmente conhecidas por todo ser humano. Uns menos outros mais, e o que determina o tempo dessa fase dolorosa, será a atitude de como enfrentamos os fatos e se entenderemos que diante de algumas perdas, restará começar de novo. E isso na maioria das vezes não é tarefa fácil, mas parar, refletir nas falhas, buscar a direção em Deus; profissionais que podem também nos ajudar em áreas que não entendemos sobre o mecanismo emocional e psicológico, cremos que ajudará em muito nossa estrutural física, emocional e espiritual. Essas atitudes aliadas a outras, nos levará a superarmos as situações adversas que estejamos passando em nossa vida, pois no momento certo começaremos a construir tudo novamente, casamento, família, trabalho e outros objetivos que possuímos em nosso coração.

Uma vez superado, começamos a nos perguntar: “será que vou encontrar um novo amor novamente”? “Ou será que ficarei sozinha pelo resto da minha vida”? Acreditamos que buscar um novo relacionamento não é a maneira mais correta, mas deixar que isso aconteça de maneira natural é sem dúvida essencial para começar amar e construir uma nova vida, um novo casamento e quem sabe uma nova família. Tudo isso precisa acontecer de maneira natural sem pânico ou desespero, crer que tudo na sua hora certa vai acontecer. Cremos que o melhor relacionamento a buscar em primeiro lugar seria com Deus e conosco mesmo, permitindo uma reorganização psicológica e emocional em nosso ser interior.
Todas as coisas estão no controle de Deus e se você crê e confia nos cuidados de Deus, Ele o ajudará e com certeza você poderá ser feliz também em um novo relacionamento.




segunda-feira, 15 de março de 2010

Não Sou Culpado!!!



Separação, divórcio é uma palavra que nos causa repúdio, nos faz mal só de pronunciar e ouvir, traz consigo uma carga negativa e de histórias marcadas pela violência, traição, desacordo, discussão em resumo, pela real e autêntica falta de amor e respeito mútuo numa relação. Mas alívio de outros que puderam ver o término de seu sofrimento. O artigo intitulado, “Até que a mentira vos separe”, aborda sobre a falta de confiança e da atitude de acreditar em mentiras que ouvimos sem verificar com cuidado o teor e a fonte dessas “verdades”. Mostramos que isso pode causar a separação de um relacionamento e cremos que pode ajudar a despertar para que seu relacionamento não seja vítima desta armadilha.

Como testemunha disso, podemos dizer com toda certeza, que seja o casal ou os filhos, ninguém sai lucrando com a separação; mais prejuízos se tem do que ganhos na ruptura desse relacionamento. Mesmo que essa separação se de em virtude de extrema necessidade, ainda assim, ficam as marcas, as faltas, o vazio interior que em muitos momentos não puderam ser preenchidos pela ausência do pai ou da mãe na vida dessa criança ou desse adolescente. Mas essa ausência pode ter uma causa desumana e se faz necessário chamar a atenção para uma atitude abusiva e criminosa que estima-se que mais de 20 milhões de crianças sofram este tipo de violência: Síndrome da Alienação Parental, receio que você já tenha ouvido falar sobre esta expressão, mas imagino que já tenha passado ou presenciou esta atitude.

O que mais nos chama a nossa atenção é o descaso e a falta de sensibilidade com daqueles que não nunca tiveram culpa pelos desentendimentos e pela separação, os filhos e se isso não bastasse, acabam usando os próprios filhos contra o ex-cônjuge de forma absurda e inconseqüente e desumana. Esta prática é conhecida como Alienação Parental situação em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro genitor, criando fortes sentimentos de ódio, ansiedade e temor em relação ao outro genitor . Estima-se que 80% dos filhos de pais divorciados sofrem algum tipo de alienação parental.

Independente dos motivos que levaram ao término do relacionamento deve-se proteger e garantir a todo custo que os filhos sejam protegidos e tenham seus direitos respeitados pois a lei garante este direito de serem criados por ambos, com afeto, educação e muito amor; pois a separação é do casal e não dos filhos. E o que se percebe em nossa sociedade é a falta de atitude de pais que abandonam seus filhos por inúmeras razões ou se tornam "visitantes" dos filhos. Ora, "visitantes" são avós, tios, primos e amigos. Pai e mãe juntos devem formar este novo indivíduo, criando-o, amando-o e preparando-o para a vida.

Precisamos como pais termos maturidade e responsabilidade para criar nossos filhos num ambiente de amor promovendo uma educação saudável e inibindo toda e qualquer tipo de abuso de alienação parental contra os nossos filhos. Afinal eles não são culpados!


Fontes:
http://www.alienacaoparental.com.br/o-que-e
http://www.sos-papai.org
http://www.criancafelizrs.com/
http://www.pailegal.net/



sexta-feira, 12 de março de 2010

Conhecimento, Tecnologia e o Homem



A busca pelo conhecimento de nós mesmo, é um dos desafios que ainda não foi superado pelo ser humano. Não gostamos de conhecermos o que realmente somos, as vezes, temos medo de olhar para dentro de nós e descobrimos que as falhas alheias apontadas por nós, agora estão aqui, dentro de nós. Há quem diga, que gostamos de saber e ver somente aquilo que nos faz sentir bem e nos projeta acima dos demais. Aquilo que não satisfaz o nosso ego, e que não embeleza nosso exterior muito pouco ou quase nada, receberá nossa atenção.

O que fica visível, é que estamos em meio onde a aparência, a estética o visual, o dinheiro é “tudo”. Esse é o mundo que estamos acostumado a ver todos os dias, influenciando e ditando o que devemos fazer, dizer e até mesmo ser. Estamos vivendo dias onde pessoa, sentimento, estão começando a sofrer uma transformação de conceito e de ensino. Cremos que parte dessa transformação se dá em virtude da superação e substituição da máquina sobre o homem. Grande parte do nosso mundo tem girado em torno da tecnologia, da informação onde não existe sentimento e muito menos calor humano. Onde a máquina fala, sente, faz e diz pelo homem, mas não pode passar o toque, amor, carinho, enfim, não pode substituir as carências e necessidades mais profundas de ser. O amor virtual ganha espaço e cresce a cada dia como herança da era tecnológica, do mundo virtual.

O Homem tem sido pego pelo seu própria pré potência em alcançar aquilo que ele nunca poderá chegar por determinação do seu Criador em ocultar á especulação humana cousas que ao homem não são lícitas conhecer, mas foi dado liberdade a humanidade o poder de descobrir, de desvendar. É por isso que a ciência tem se multiplicado sobre maneira até o dia de hoje em todas as áreas e direções, isso é algo fantástico e maravilhoso mas não se pode negar que tem trazido conseqüências no meio social, psicológico e espiritual para esse homem. Toda descoberta traz consigo o seu preço que por muitas das vezes custa muito caro e atinge outras gerações vítimas da inconseqüência da ganância e da ignorância do homem.

terça-feira, 2 de março de 2010

Influentes E Não Produto



Viver o Amor amplamente em toda sua a profundidade requer preparo, sentir o amor não é tudo, não é viver essencialmente o lado prático desta decisão de amar. Pois quando decidimos amar esse alguém, é que começamos a aprender propriamente dito de como amar, nenhum, ser humano nasce sabendo, mas ele cresce aprendendo. Mas será que precisamos aprender a amar? Sim! Não é meramente dizer eu amo e pronto, mas o fato maior está em como amar, como viver esse amor no relacionamento a dois, debaixo do mesmo teto e em família.

Esse preparo se dá ao longo de nossa vida, desde do ventre materno, de nossa infância, adolescência, de nossa juventude, no meio familiar e em outros relacionamentos sociais que temos em nossa jornada de nossa vida que vão moldando e nos ensinando de forma pessoal, íntima e particular, sobre que é o amor, e como amar. Visualizar um bom exemplo prático dos nossos pais é muito importante para esse desenvolvimento de “Como Amar”, pois é nesse ambiente de demostrações prática e afetivas é que vão nos dar as primeiras idéias de o que é e como amar, e é isso que vamos vivenciar com o nosso cônjuge no casamento. Claro, tendo a consciência de que podemos e devemos aperfeiçoar nossa maneira de amar.


A verdade é que agimos coerentemente como aprendemos e como observamos na vida dos nossos pais. Não é difícil notar como isso tem estado presente em nossos dias, seja em casa, na igreja, na escola e na sociedade, atitudes de nossos filhos espelham as atitudes de nós, pais. Seria importantíssimo, fazer uma pergunta para nós mesmo, estamos sendo bom exemplo para nossos filhos, estamos mostrando a eles como devemos amar na vida prática? Creio que precisamos repensar isso, se quisermos que nossos filhos sejam bons reflexos na sociedade, homens e mulheres influentes no meio e não produto do meio.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Que A Verdade Vos Una Até A Morte


Na postagem passada pudemos refletir sobre, “Até Que A Mentira Vos Separe”, espero ter possibilitado um reflexão diretivamente focada na conseqüência de acreditarmos na mentira como verdade e com isso ocasionar conseqüências, psicológicas e espirituais em nossa vida. O resultado dessas decisões, reflete diretamente na vida a dois, desencadeando uma série de desajustes e feridas que necessitará de tempo para curar o nosso ser.

Hoje queremos direcionar nossa postagem no mais puro e poderoso poder da verdade. É impossível pensar que exista um relacionamento saudável onde não exista a confiança e a verdade. Cremos que onde existe a verdade, existe a confiança, quanto mais verdadeiros somos e autênticos mais alcançamos a confiança da pessoa amada.

Confiar não é um sentimento mas é um ato de minha decisão, eu decido acreditar nesta verdade ou não. “Eu confio em você por isso eu acredito no que esta me falando, acredito em você”. Esta expressão é de uma pessoa que realmente tem confiança de que será dito a verdade a ela custe o que custar. Percebe? Cremos que esta confiança varia no sentido de grau e não de inexistência. Dependendo para quem estamos exercendo-a, se para com o marido, esposa, filho, colega, namorado, etc.; ela difere no sentido do nível de conhecimento que tenho desta pessoa, então, entendemos que a capacidade de confiar crescerá na medida que nosso relacionamento cresce em envolvimento e cumplicidade de um para com o outro. Tenho a obrigação em confiar em você até que se prove ao contrário de que você não é digno de minha confiança.

Viver em verdade é um dos objetivos que devemos e podemos alcançar, para que nosso relacionamento no casamento seja cada vez mais forte e mais amadurecido a cada dia. Não precisamos temer falar a verdade, mas sim em não falar a verdade. Falar a verdade em todo tempo é uma atitude genuinamente cristã, e uma prova de amor para com o nosso cônjuge se eu amo quero falar a verdade, quero viver a verdade, quero amar em verdade. Será possível viver assim? Sim! É possível viver em nossos relacionamentos em verdade, pois é umas das bases que sustentam o nosso relacionamento para a vida toda. Andar em verdade é andar sem medo, sem receio, é andar com a consciência livre sem condenação e sem prisões da alma. É permitir e amar com toda intensidade que um ser humano pode expressar em seu relacionamento conjugal. É viver plenamente o amor a dois na mais pura e satisfação de amar e ser amado.

Que a verdade vos una até a morte e o amor seja perseverante na busca da excelência da vida matrimonial.




quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Até Que A Mentira Vos Separe...



Enquanto a verdade uni as pessoas em casamento, a mentira separa casamentos e outros tipos de relacionamentos. Até onde a mentira pode separar, destruir casamentos, mesmo dentro de um ambiente cristão? E a verdade? Será ela também, detentora dos vínculos matrimonias e outros níveis de relacionamentos? Não gostaríamos de fechar e nem esgotar aqui este assunto, mas desejamos ponderar algumas valiosas primícias desta realidade paradoxal.

Acredito que você conhece alguém que já tenha passado por essa experiência, ou tido conhecimento onde o casamento foi comprometido pela mentira ocasionando em muitos casos a separação de casais e a divisão de famílias. Percebemos que a mentira não é só uma vilã nos relacionamentos não cristãos, mas também tem sido ocasionadora de separação e de destruição em muitos casamentos no meio cristão. A frente falaremos de que forma isso tem acontecido nos casamentos.

A mentira não respeita seu credo ou sua provisão de fé, muito menos sua função eclesiástica ou profissional. Ela está em todo o segmento da sociedade, procurando atingir a todos sem distinção de cor e raça. Não importa para ela, se neste casamento exista amor seja ele quão intenso for, se for encontrado um espaço de permissão no coração de um dos cônjuges, pode ser um início para a mentira começar a lançar seus “fundamentos” chamados de, desconfiança. Para que ela comesse a construir as paredes da separação, ela precisará lançar os fundamentos (as desconfianças) em áreas importantes do coração, para que com isso, ela poça concluir seu objetivo que é fazer que você acredite nela e permita ela destruir em primeira instancia a confiança no relacionamento.
Podemos permitir que a mentira edifique esta separação de forma simples: acreditando em suas “verdades”, pois quando aceitamos essas mentiras que ouvimos ou que imaginamos ser verdade, é a atitude mais eficaz para se iniciar um processo de “edificação da separação” no coração desse cônjuge.

Por outro lado a verdade é algo muito poderoso, e que pode ser para nós uma arma de ataque e de proteção. Cremos que toda mentira só pode ser desfeita com a verdade, pois só a verdade esclarece, mostra, prova os corações, pensamentos, intenções do interior do homem. Ela não só ataca, mas como protege de todo ataque da mentira. Saber que a verdade existe não basta, é preciso acreditar nela, para que ela nos mostre onde estão as armadilhas da mentira. Pela mentira, entrou o pecado no mundo, trazendo consigo o seu salário: a morte. A mentira aceita, recebida como verdade sempre levará o casamento, o relacionamento a morte. Se não buscarmos toda a verdade para anular o poder destrutivo da mentira, podemos correr o risco de sermos mais uma vítima de sua astúcia maléfica.

A decisão de aceitar a verdade ou a mentira é nossa, acreditar ou não depende da forma e do processo analítico usado por nós para chegar ao denominador comum. Acreditando na mentira, nunca chegaremos na verdade, pois todos os nossos mecanismos da razão estão bloqueados e não nos encontramos motivados para buscar esta verdade. A mentira que decidimos acreditar um dia, sempre será para nós como se fosse a "verdade pura e genuína" e é a razão pela qual muitos casamentos se desfizeram por não buscarem a verdade em amor, pois o verdadeiro amor lança fora todo medo e não se conforma com a mentira e nem com a injustiça. O amor busca e quer a verdade ele não se contenta coma a mentira ele não só quer, como aceita a verdade.
Assim, nosso casamento perdurará ...“até que a morte e não a mentira nos separe...”

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Se não tiver amor...



Eu amo você! Quantas vezes você fala e ouve está expressão de seu cônjuge ao dia? Está contando? Tudo bem! Enquanto você conta aí, quero compartilhar algo com você.
Todos hão de concordar que é muito gostoso amar e ser amado, pensar na ausência deste sentimento é impossível imaginar como seria a nossa vida. Amar! É de fato uma grande decisão em nossa vida, tomada não somente pela vontade mas pela razão. Sentimentos, também estão incluídos nesta decisão, dividir nossa vida com a pessoa que amamos passa a ser uma experiência nova e diferente.

Quando Deus amou o mundo de tal maneira em (João 3:16) ele não sentiu amor, mas ele decidiu amar a humanidade e realmente amou, chegando ao ponto de enviar seu Unigênito Filho para morrer por aqueles que não podiam salvar-se a si próprio. A morte de Jesus Cristo foi a maior prova de amor incondicional que já ouvimos falar, ninguém morreria por alguém sem que houvesse um conhecimento prévio ou um vínculo afetivo e íntimo desta pessoa alvo do nosso sacrifício. A verdade é que Deus Pai não esperou nos conhecer primeiro para enviar seu Filho para morreu por nós, muito menos começou a pensar que merecíamos ou não, ele simplesmente decidiu nos amar de tal maneira se entregou por nós em Cristo quando ainda não existíamos.

No relacionamento conjugal, se não exercermos o amor sacrificial contínuo, dia a dia, de nada se aproveitará, seremos como diz na bíblia no livro de I Coríntios 13, seremos como sino, como metal que tine mas que logo o som se vai, desaparece. Amar, não depende somente de quem ama, pois as vezes queremos amar por nós e por aquela pessoa também, podemos até tomar essa atitude, mas não agüentaremos por muito tempo, pois está atitude poderá tornar pesado demais para o nosso coração, nos levando a diminuir a nossa estima, a nossa identidade interior nos consumindo o nosso eu aos pouco.

Essa atitude decisiva de amar precisa estar em mão dupla, ser recíproco, os que estão envolvidos nessa aliança precisam tomar esta decisão de amar incondicionalmente, sem nunca pensar em receber apenas. Quem ama, investe, se dá, se entrega, mas quem não ama, não se entrega, não acredita, não busca conhecer aos profundezas do coração do seu cônjuge. Decidir amar, esse é o ponto de partida, a força motriz que move o casamento, que fundamenta e que me habilita a construir de maneira sólida, saudável e madura a vida a dois.

O amor é incondicional e não circunstancialmente movido por sentimentos apenas, mas é sentimento e uma atitude de decisão onde os corações de ambos estão decididos a amar até que a morte vos separe.


sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Sua Familia, Onde Está?

Estamos acompanhando um grande volume de chuvas que tem desalojado e desabrigado muitas famílias em muitos estados. Se isso não bastasse, muitas famílias sofrem a perda de seus entes queridos.

Refletindo sobre esses acontecimentos, lembramos de um grande acontecimento narrado na Bíblia Sagrada, no livro de Gênesis capítulo 7, versículo 1 ao 24; que fala do Dilúvio, que segundo a narrativa durou cinqüenta dias sobre a face da terra. Cremos haver alguns aspectos de ensinamento prático que podemos pensar contextualizar em nossa vida familiar.

Deus não só formou o homem e posteriormente a mulher, mas também o possibilitou em constituir sua família, está que atualmente cresceu e se multiplicou sobre a face da terra, cumprindo o propósito do Criador.
No dilúvio, Deus pede a Noé que separe um casal de cada espécie de animal, e entre juntamente com sua família na arca, para que sejam preservados do dilúvio, Deus preservou a “Família” e as espécies que criará na arca que Noé construiu segundo a ordem de Deus.

Sem esta família não poderia se iniciar uma nova geração e chegar o que podemos entender hoje: população mundial. É aqui que talvez nos encontramos com nossa família: na “arca de Deus”, no cuidado de Deus. Como pais provedores e esposos, não só cabe a nós prover, cuidar amar, mas também decidir entrar na “arca de Deus” com toda a nossa família. Sabendo que independente da força das águas estaremos seguros ali e sairemos salvos com nossa família.

Entendemos que podemos usufruir de todos os cuidados dentro da “arca de Deus” pois fora não haverá quem nos salve e estaremos desprotegidos. Estar na “arca de Deus” é estar na plenitude da proteção de Deus, cabe a nós decidirmos onde queremos estar com nossa família na “arca” ou em nossa próprio “barco”.

Decidir ficar em nosso próprio “barco” é uma decisão arriscada e perigosa, e cremos que não será seguro, para aquele que ama sua família e quer o melhor para ela. Precisamos ser humildes em reconhecer que não podemos dar cem por cento de proteção a nossa família e nem a nós mesmo. Não somos suficiente e nem capaz o bastante para preservar nossa família da força das águas da vida. O que fazer então? Entrar na “arca de Deus” ou ficar no nosso “barco”? Qual a sua decisão?
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